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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Bebida controlada via satélite


Rússia controlará vodca do espaço

As  autoridades russas pretendem implementar um plano insólito: controlar a produção de álcool a partir do espaço, com fotos infravermelhas tiradas por satélites. Assim, planejam identificar os produtores de vodka ilegal e os que superam suas cotas de produção estipuladas por Moscou.

Em 2011, o governo reduziu pela metade a quantidade de empresas autorizadas a destilar álcool na Rússia, mas algumas continuaram a fazê-lo sem dispor de uma licença das autoridades.

A partir de 1° de julho, para coibir o consumo, o preço mínimo de uma garrafa de meio litro de vodca será de o equivalente a R$ 7,7, cerca de 27% superior a seu valor atual. Segundo o governo, o aumento de preço é considerado uma medida conservadora.

“Queríamos subir o preço mínimo até R$ 8,7, mas decidimos levar em conta todos os atores do mercado, incluindo aqueles vendedores que trabalham regionalmente, cujos produtos não têm grande distribuição”, diz uma nota do Kremlin. “O principal impacto do álcool falsificado é na saúde dos cidadãos”, afirmou o presidente Vladimir Putin.

Muitos fabricantes de bebida afirmaram que a elevação dos preços poderá simplesmente levar ao aumento da produção ilegal de bebidas alcoólicas, com consequências desastrosas para todos os que consomem vodca fabricada ilegalmente.

O governo não especificou quando o satélite será lançado. Mas garante que pretende agir contra números alarmantes.

Cerca de 500 mil pessoas morrem por ano na Rússia devido ao abuso de bebidas alcoólicas, razão pela qual a expectativa de vida dos homens é menor que em países pobres como Bangladesh, segundo cifras oficiais.

De acordo com estatísticas do governo, pelo menos 2 milhões de pessoas no país podem ser classificadas hoje de alcoólatras.


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